O guia do santuário ecológico

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Pantanal de Poconé PDF Imprimir E-mail

O pantanal de Poconé limita-se, ao norte com a própria cidade de Poconé, zona mais alta de savana, ao sul com o rio São Lourenço, no limite com o pantanal de Paiaguás, a leste com o pantanal de Barão de Melgaço e a oeste com o rio Paraguai.

A vegetação mostra charcos imensos, repletos de ciperáceas e juncáceas, além de campos, savanas e florestas. Elementos da vegetação amazônica ocorrem em menor freqüência do que o registrado para o pantanal de Cáceres.

Contudo, é possível encontrar-se belas formas de Victoria amazônica (Nymphaeaceae) flutuando em meandros do rio Cuiabá e cercanias da estrada Transpantaneira.

Os campos são compostos por campos sujos e, em menor proporção.

Por campos limpos. O estralo lenhoso das savanas desta região é muito denso, o que implica em menores extensões de área útil de pastagem.
          
O solo é essencialmente argiloso. Esse tipo de solo, predominantes no pantanal de Poconé, ocasiona o surgimento duma estreita relação ecológica solo-planta.

Uma associação vegetal que ocorre com regular freqüência em Poconé é o cambarazal (Vochysia divergens), secundada pelo gravatal (Bromélia balansae).

Matas ciliares são observadas ao longo do rio Cuiabá. Uma espécie arbórea muito abundante na área é a piúva (Tabebuia impetiginosa Bignoniaceae ou Tabebuia avellanedae).

FONTE:
Recursos Forrageiros nativos do Pantanal mato-grossense, por Antonio Costa Allem e José Francisco Montenegro Valls. Brasília, 1987. (EMBRAPA-CENARGEN. Documentos, 8)

 
 
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